Château

Château Quintus

O Saint-Émilion do Domaine Clarence Dillon, montado em 10 anos a partir de 3 crus classificados num promontório calcário de 62 metros, e vendido hoje sem categoria nenhuma.

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@chateauquintus

O château

Quando o Domaine Clarence Dillon, dono do Château Haut-Brion e do Château La Mission Haut-Brion, comprou o Château Tertre Daugay do conde Leo de Malet-Roquefort em 2011, rebatizou-o de Quintus, o quinto filho em latim: era a 5ª propriedade do grupo. O Château L’Arrosée veio em outubro de 2013, e o Château Grand-Pontet, 14 hectares em 1 parcela, em setembro de 2021, comprado da família Pourquet-Bécot. 3 nomes classificados viraram 1 só vinho, e nenhum deles está na classificação de 2022; o Quintus é vendido como Saint-Émilion Grand Cru, sem categoria.

A propriedade tem 45 hectares, 42 deles plantados, num promontório calcário que sobe a 62 metros sobre o vale do Dordogne, com encostas voltadas para o norte, o oeste e o sul. O solo é um mosaico de calcário, argila e argila com calcário, não um bloco único, e cada parcela é colhida e vinificada em 3 seleções: o alto da encosta, o meio e o pé. O vinho é feito em cubas de madeira e de inox, extraído por remontagem, e criado de 12 a 18 meses em carvalho francês. Le Dragon de Quintus é o segundo vinho e o Saint-Émilion de Quintus, o terceiro; o dragão em si é um bronze de Mark Coreth, com 6 metros de envergadura, instalado no promontório.

O príncipe Robert de Luxemburgo preside o grupo. Mariette Veyssière, a 5ª geração da sua família em Saint-Émilion, dirige o Quintus desde o fim de 2013; Claude Diligeart, o mestre de adega, trabalha estas terras desde 1990, sob os 3 donos; Pauline Comin cuida do vinhedo desde junho de 2023. A propriedade tem a certificação Haute Valeur Environnementale (Alto Valor Ambiental, a certificação ambiental do Estado francês para as propriedades agrícolas) desde 2018 e a ISO 14001 desde 2019, e mantém um cinturão de 2 hectares de jardins naturais e terraços, onde já se contaram 800 insetos úteis de 200 espécies e 80 tipos de flor silvestre.

De relance

Denominação
Saint-Émilion Grand Cru
Classificação
Sem classificação; formado a partir de 3 crus que eram classificados antes da fusão
Proprietário
Domaine Clarence Dillon, desde 2011
Direção
Mariette Veyssière, desde o fim de 2013; Claude Diligeart, mestre de adega, nestas terras desde 1990; Pauline Comin, vinhedo, desde junho de 2023
Vinhedo
45 hectares, 42 plantados, num promontório calcário que sobe a 62 metros
Solo
Calcário, argila e argila com calcário
Cultivo
Haute Valeur Environnementale desde 2018; ISO 14001 desde 2019; um cinturão de 2 hectares de jardins e terraços
Adega
Cubas de madeira e de inox; 12 a 18 meses em carvalho francês
Vinhos
Château Quintus; Le Dragon de Quintus; Saint-Émilion de Quintus
Formado a partir de
Château Tertre Daugay, 2011; Château L’Arrosée, outubro de 2013; Château Grand-Pontet, setembro de 2021

Fontes: Château Quintus · Château Quintus, o saber-fazer · Château Quintus, biodiversidade · Domaine Clarence Dillon, o grupo · Decanter, o Château Quintus compra o Château Grand-Pontet

O registro

O Château Quintus está na denominação Saint-Émilion Grand Cru.

Saint-Émilion Grand Cru é uma denominação, não uma categoria. Um vinho pode ostentá-la sem ocupar lugar nenhum na classificação de Saint-Émilion.

Fonte: INAO, Saint-Émilion grand cru

Cru Classé

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