Château

Château Grand Mayne

Um Grand Cru Classé na côte oeste de Saint-Émilion, em todas as classificações desde 1955 sem nunca mudar de lugar, e nas mãos de 1 família de negociantes desde 1934.

Classificação
Grand Cru Classé (2022)

O château

Jacques Laveau fundou o Grand Mayne por volta de 1685, com cerca de 30 hectares, e o filho a levou a algo perto de 250; os Laveau a mantiveram até 1893. A casa senhorial do século XVI é tombada como monumento histórico. O nome demorou a se firmar. Charles Cocks e Édouard Féret, cujo Bordeaux et ses vins era a obra de referência do comércio de Bordeaux, traziam Le Mayne entre os segundos crus de Saint-Émilion em 1868; em 1893 ele era o Château du Mayne, primeiro cru de L. Massip com 35 tonneaux (a antiga medida bordalesa de uma colheita, 900 litros, ou 4 barricas), que o guia fazia remontar à fundação de Libourne; e em 1908, com Termes-Dubroca, era o Château Grand Mayne, marca registrada, com 100 tonneaux em 42 hectares.

Jean Nony, negociante de vinhos da Corrèze, comprou o Grand Mayne em 1934, e a família dele o mantém até hoje. Jean-Pierre Nony o conduziu de 1977 a 2001 e Marie-Françoise Nony depois dele; Jean-Antoine Nony é o diretor-geral desde o início dos anos 2010, com Damien Nony ao lado a partir de 2020, e Pierre-Yves Petit é o diretor técnico. O histórico na classificação é tão estável quanto a posse da família: Grand Cru Classé em 1955, 1969, 1986, 1996, 2006, 2012 e na lista de setembro de 2022, nunca promovido e nunca rebaixado.

Os 17 hectares ficam na côte oeste, voltados para o sudoeste e subindo até cerca de 55 metros de altitude: calcário na encosta, argila no pequeno vale do meio, areia nas partes baixas. O plantio é sobretudo de merlot, com cabernet franc e um pouco de cabernet sauvignon, a 5.500 pés por hectare nas parcelas mais velhas e 6.700 nas novas, e as vinhas têm cerca de 30 anos em média. O vinho fermenta em cubas de madeira e de inox e faz a malolática em barrica. O Filia de Grand Mayne é o segundo vinho, feito pela primeira vez em 1986 como Les Plantes du Mayne.

De relance

Denominação
Saint-Émilion Grand Cru
Comuna
Saint-Émilion, na côte oeste
Classificação
Grand Cru Classé em todas as listas, de 1955 a 2022
Proprietários
A família Nony, desde 1934
Direção
Jean-Antoine Nony, diretor-geral; Damien Nony, a partir de 2020; Pierre-Yves Petit, diretor técnico
Vinhedo
17 hectares voltados para o sudoeste, a até cerca de 55 metros de altitude; 5.500 a 6.700 pés por hectare; vinhas de cerca de 30 anos em média
Solo
Calcário na encosta, argila no vale, areia nas partes baixas
Uvas
Sobretudo merlot, com cabernet franc e um pouco de cabernet sauvignon
Adega
Cubas de madeira e de inox; malolática em barrica
Vinhos
Château Grand Mayne; Filia de Grand Mayne, feito pela primeira vez em 1986
A casa
Solar do século XVI, tombado como monumento histórico
Na história
Le Mayne em 1868; Château du Mayne, 35 tonneaux, em 1893; Château Grand Mayne, 100 tonneaux em 42 hectares, em 1908

Fontes: Union des Grands Crus de Bordeaux, Château Grand Mayne · Office de Tourisme de Saint-Émilion, Château Grand Mayne · Conseil des Vins de Saint-Émilion, a classificação de 2022, kit de imprensa

O registro

O Château Grand Mayne é Grand Cru Classé (2022), na denominação Saint-Émilion Grand Cru.

Saint-Émilion Grand Cru é uma denominação, não uma categoria. Um vinho pode ostentá-la sem ocupar lugar nenhum na classificação de Saint-Émilion.

Fonte: INAO, Saint-Émilion grand cru

Cru Classé

Somente por convite.

Daqui em diante

Teste o seu Saint-Émilion · Encontrou um erro? Correções