Château
Château Faugères
Vinhas desde 1619 na ponta leste de Saint-Émilion, 164 anos nas mãos de 1 família, depois Silvio Denz, uma adega de Mario Botta e um lugar na classificação a partir de 2012.
- Denominação
- Saint-Émilion Grand Cru
- Classificação
- Grand Cru Classé (2022)
- No Instagram
- @vignobles_silvio_denz
O château
André de Faugères começou a cultivar vinhas aqui em 1619, e as primeiras adegas foram erguidas no mesmo século. Na maior parte do tempo desde então, o Faugères pertenceu a 1 família: os Esquissaud o tiveram de 1823 a 1987, e os livros antigos os acompanham sem interrupção. A Statistique générale da Gironde, de Édouard Féret, encontrou Esquissaud em 1874 numa propriedade de 30 hectares, 18 deles de vinha, com 45 tonneaux (a antiga medida bordalesa de uma colheita, 900 litros, ou 4 barricas); Charles Cocks e Édouard Féret, cujo Bordeaux et ses vins era a obra de referência do comércio de Bordeaux, davam à propriedade 80 em 1898 e a Alfred Esquissaud 100 em 1901. Em 1922 Philippe Esquissaud fazia 50 tonneaux de tinto e 5 de branco na argila e no calcário acidentados do lado de Sainte-Colombe.
A família Guisez veio em seguida, a partir de 1987, e Michel Rolland foi consultor da casa de 1992 até sua morte, em março de 2026. Em 2005 Silvio Denz comprou a propriedade, e a marca dele é a adega: Mario Botta, o arquiteto suíço, desenhou uma vinícola que trabalha por gravidade, inaugurada em 2009. O Faugères não estava em nenhuma classificação de Saint-Émilion antes de 2012, quando foi promovido a Grand Cru Classé; a lista de setembro de 2022 o confirmou. Vincent Cruège dirige a propriedade desde 2019.
O vinhedo fica em Saint-Étienne-de-Lisse, na ponta leste de Saint-Émilion, onde a denominação encontra Castillon, no planalto calcário e na encosta de argila e calcário logo abaixo, a até cerca de 80 metros de altitude. O lugar é um pouco mais fresco, e a colheita vem mais tarde. É plantado sobretudo com merlot, com cabernet franc e um pouco de cabernet sauvignon, e as vinhas têm 35 anos em média. Na adega de Botta a uva vai para cubas de inox de 80 a 152 hectolitros depois de uma maceração a frio de 5 dias; a malolática é feita em carvalho francês e o vinho passa 14 meses em barrica, metade delas novas. O Le Calice de Faugères é o segundo vinho.
De relance
- Denominação
- Saint-Émilion Grand Cru
- Comuna
- Saint-Étienne-de-Lisse, na ponta leste da denominação
- Classificação
- Grand Cru Classé, 2012 e 2022; fora de todas as listas antes de 2012
- Proprietário
- Silvio Denz, desde 2005
- Direção
- Vincent Cruège, desde 2019
- Vinhedo
- Vinhas de 35 anos em média; a até cerca de 80 metros de altitude
- Solo
- Planalto calcário e encosta de argila e calcário
- Uvas
- Sobretudo merlot, com cabernet franc e um pouco de cabernet sauvignon
- Cultivo
- Haute Valeur Environnementale (Alto Valor Ambiental, a certificação ambiental do Estado francês para as propriedades agrícolas), nível 3
- Adega
- De Mario Botta, 2009; gravidade; cubas de inox de 80 a 152 hectolitros; 5 dias de maceração a frio; 14 meses em barrica, 50% novas
- Vinhos
- Château Faugères; Le Calice de Faugères
- Na história
- A família Esquissaud, de 1823 a 1987; 45 tonneaux em 1874, 100 em 1901
Fontes: Association des Grands Crus Classés de Saint-Émilion, Château Faugères · Vignobles Silvio Denz, Château Faugères · Conseil des Vins de Saint-Émilion, a classificação de 2022, kit de imprensa
O registro
O Château Faugères é Grand Cru Classé (2022), na denominação Saint-Émilion Grand Cru.
Saint-Émilion Grand Cru é uma denominação, não uma categoria. Um vinho pode ostentá-la sem ocupar lugar nenhum na classificação de Saint-Émilion.
Cru Classé
Somente por convite.
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