Château

Château Pontoise Cabarrus

27 hectares de cascalho quaternário voltados para a Gironda em Saint-Seurin-de-Cadourne, com o nome do armador bordalês que ficou com a propriedade em 1795 e, desde 1959, da família Tereygeol.

Denominação
Haut-Médoc
Classificação
Cru Bourgeois Supérieur

O château

A história da propriedade remonta ao século XVIII, e o nome, a 1795, quando Joseph Hector de Brane a cedeu a Jean Valère Cabarrus, armador e negociante de Bordeaux, e Pontoise virou Pontoise Cabarrus. O filho, Jean-Adolphe, a conduziu depois dele: William Franck, cujo Traité sur les vins du Médoc saiu pela primeira vez em 1824, traz Coufran e Pontoise juntos, com Adolphe Cabarrus, em 1845, e em 1850 Charles Cocks, em Bordeaux, ses environs et ses vins, já imprime Pontoise à parte. O nome sobreviveu à família. A partir de 1893 Charles Cocks e Édouard Féret, cujo Bordeaux et ses vins era a obra de referência do comércio de Bordeaux, imprimem Pontoise-Cabarrus-Brochon, de Bouillaud, entre os crus bourgeois de cascalho, e o mantêm até 1922.

Émile Tereygeol, da Corrèze, o comprou em 1959, ao voltar para a França depois de 20 anos no Marrocos, o aumentou para 12 hectares e o deixou ao filho, François. As parcelas foram replantadas nos anos 1980 com cabernet sauvignon, merlot e petit verdot, e a propriedade chegou a 27 hectares; a partir de 2010 François a passou aos filhos.

As vinhas ficam entre o estuário e os pinheirais, sobre cascalho quaternário voltado para a Gironda. O primeiro vinho é sobretudo cabernet sauvignon, de 50 a 65%, com merlot, de vinhas de 40 anos em média, as mais velhas plantadas em 1951. A propriedade pratica a agricultura racional e tem a certificação Haute Valeur Environnementale (Alto Valor Ambiental, a certificação ambiental do Estado francês para as propriedades agrícolas), nível 3. As uvas são colhidas à máquina, variedade por variedade e parcela por parcela, e todos os vinhos envelhecem 12 meses em barricas de carvalho francês, com 1 terço das barricas renovado a cada ano para o primeiro vinho; Éric Boissenot e Édouard Lambert assessoram os cortes. O Côté Pontoise, de vinhas mais jovens, é o segundo vinho, e um petit verdot puro, de 2 hectares, só é feito nos anos mais promissores, o primeiro em 2016. Foi Cru Bourgeois Supérieur nas classificações de 2020 e de 2025.

De relance

Denominação
Haut-Médoc
Comuna
Saint-Seurin-de-Cadourne
Classificação
Cru Bourgeois Supérieur, 2020 e 2025
Proprietários
A família Tereygeol, desde 1959
Consultores
Éric Boissenot e Édouard Lambert
Vinhedo
27 hectares; vinhas de 40 anos em média, as mais velhas de 1951
Solo
Cascalho quaternário
Uvas
Château Pontoise Cabarrus: cabernet sauvignon 50 a 65%, com merlot
Cultivo
Haute Valeur Environnementale, nível 3
Adega
Colhido à máquina; 12 meses em barricas de carvalho francês, 1 terço novas para o primeiro vinho
Vinhos
Château Pontoise Cabarrus; Côté Pontoise, o segundo vinho; um petit verdot
Na história
Coufran e Pontoise com Adolphe Cabarrus em 1845

Fontes: Château Pontoise Cabarrus · Château Pontoise Cabarrus, a história · Château Pontoise Cabarrus, a denominação · Château Pontoise Cabarrus, a enologia · Château Pontoise Cabarrus, os compromissos · Château Pontoise Cabarrus, os vinhos · Alliance des Crus Bourgeois du Médoc, Château Pontoise Cabarrus · Alliance des Crus Bourgeois du Médoc, a classificação de 2025 · Alliance des Crus Bourgeois du Médoc, a classificação de 2020

O registro

O Château Pontoise Cabarrus é Cru Bourgeois Supérieur, na denominação Haut-Médoc.

A Classificação de 1855 foi publicada em 18 de abril de 1855, elaborada pelos corretores da praça de Bordeaux para a Exposição Universal de Paris.

Fonte: Conseil des Grands Crus Classés en 1855

Cru Classé

Somente por convite.

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