Château
Château Bel Orme Tronquoy-de-Lalande
Um Haut-Médoc junto aos pântanos de Saint-Seurin-de-Cadourne, escolhido como presente de casamento em 1936 e desde então da família Quié, com fama no século XIX de vinhos que duravam.
- Denominação
- Haut-Médoc
- No Instagram
- @chateau_rauzangassies
O château
O Bel Orme já era um nome conhecido em 1850, quando Charles Cocks, cujo Bordeaux, ses environs et ses vins foi a primeira edição do que viria a ser a obra de referência do comércio de Bordeaux, registrou o Belorme de Tronquoy em Saint-Seurin-de-Cadourne, a 50 tonneaux (a antiga medida bordalesa de uma colheita, 900 litros, ou 4 barricas). A viúva Tronquoy de Lalande foi a dona até os anos 1880 e ganhou uma medalha de prata de mérito na exposição de Bordeaux de 1882; em 1893 a propriedade era de Gabriel Delor, que comprou também o Sociando-Mallet dos herdeiros Simon. A edição inglesa do guia, em 1899, encontrou 36 hectares, 30 deles de vinhas sobre cascalho e palus, e um vinho que aguentava o tempo: garrafas de 1834 e 1847 ainda estavam excelentes.
Em 1936 Paul Quié deu à mulher, Lucienne, a escolha entre 2 propriedades como presente de casamento, e o Bel Orme Tronquoy-de-Lalande passou à família. Os Quié compraram depois o Croizet-Bages, em 1942, e o Rauzan-Gassies, em 1946. Jean-Michel Quié assumiu a gestão em 1968, e desde 2000 Jean-Philippe Quié é o diretor técnico e Anne-Françoise Quié a diretora comercial. A propriedade fica à beira do rio, nos pântanos do Médoc, área Natura 2000, e recebeu o selo Entreprise du Patrimoine Vivant na primavera de 2024.
As vinhas ficam nas encostas do vilarejo, sobre cascalho profundo e arenoso com argila, com 65% de merlot e 35% de cabernet sauvignon, 35 anos em média e 6.500 pés por hectare. O vinho fermenta em cubas de concreto entre 26 e 28°C, faz a malolática em barrica e em cuba e passa de 12 a 14 meses em carvalho francês; cerca de 36.000 garrafas por ano.
De relance
- Denominação
- Haut-Médoc
- Comuna
- Saint-Seurin-de-Cadourne
- Classificação
- Sem classificação
- Proprietários
- A família Quié, desde 1936
- Direção
- Jean-Philippe Quié, diretor técnico, e Anne-Françoise Quié, diretora comercial, desde 2000
- Vinhedo
- Encostas junto aos pântanos do Médoc; vinhas de 35 anos em média; 6.500 pés por hectare
- Solo
- Cascalho profundo e arenoso com argila
- Uvas
- Merlot 65%, cabernet sauvignon 35%
- Adega
- Cubas de concreto; malolática em barrica e em cuba; 12 a 14 meses em carvalho francês
- Produção
- Cerca de 36.000 garrafas
- A casa
- Também o Rauzan-Gassies e o Croizet-Bages
- Na história
- Belorme de Tronquoy, 50 tonneaux, em 1850; garrafas de 1834 e 1847 ainda excelentes em 1899
Fontes: Domaines Quié, Château Bel Orme Tronquoy-de-Lalande · Domaines Quié, o vinho do Château Bel Orme Tronquoy-de-Lalande · Domaines Quié, a família
O registro
O Château Bel Orme Tronquoy-de-Lalande está na denominação Haut-Médoc.
A Classificação de 1855 foi publicada em 18 de abril de 1855, elaborada pelos corretores da praça de Bordeaux para a Exposição Universal de Paris.
Cru Classé
Somente por convite.
Também aparece em
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