Château

Château Beaumont

113 hectares em 1 bloco em Cussac-Fort-Médoc em torno de um château de estilo renascentista de 1854, na primeira linha dos crus bourgeois em 1893 e desde 1986 dos donos do Beychevelle.

Denominação
Haut-Médoc
Classificação
Cru Bourgeois Supérieur
No Instagram
@chbeaumont

O château

As terras do Beaumont foram desbravadas em 1772 e plantadas pela primeira vez em 1824, com o senhor Bonnin. O marquês d’Aligre triplicou o vinhedo entre 1830 e 1847, e em 1854 os irmãos Bonnin construíram o château em estilo renascentista, que Charles Cocks e Édouard Féret, cujo Bordeaux et ses vins era a obra de referência do comércio de Bordeaux, ainda chamavam de novo em 1868: uma pequena obra-prima copiada de Mansart. O conde de Gennes chegou em 1860 e Jean-Victor Herran comprou a propriedade em 1872, mas foi com Joseph Germain, a partir de 1890, que o Beaumont chegou à primeira linha dos Crus Bourgeois du Médoc. Em 1893 o guia descrevia 100 hectares em 1 bloco sobre uma elevação de cascalho e um vinho apreciado havia muito na Alemanha e na Holanda, com uma medalha de ouro ganha em Bordeaux em 1882; a nova sala de cubas de 1894, onde todo o trabalho da vinificação era feito à máquina, recebeu elogios do guia em 1898. Em 1922, com a viúva de Germain, 60 hectares davam 175 tonneaux (a antiga medida bordalesa de uma colheita, 900 litros, ou 4 barricas), e as medalhas de ouro tinham vindo de Bordeaux, Rouen, Bruxelas e Paris.

Vários donos se sucederam entre 1925 e 1986. Em 1986 a GMF e o grupo japonês Suntory criaram os Grands Millésimes de France, donos do Beaumont desde então; a empresa tem também o Château Beychevelle e a casa de comércio bordalesa Barrière Frères, e o seu capital pertence hoje à Suntory e à Castel.

Os 113 hectares ficam em 1 bloco sobre cascalho arenoso do Günz, na margem esquerda da Gironda, entre Margaux e Saint-Julien, plantados com 59% de cabernet sauvignon, 32% de merlot e 9% de petit verdot e cultivados sob o Terra Vitis desde a safra 2004. O vinho passa de 12 a 14 meses em barricas renovadas por terços a cada ano, e a propriedade produz em média cerca de 600.000 garrafas. Rémi Lonhienne é o diretor técnico, Valentin Surel o mestre de adega, e Éric Boissenot é o consultor. O Beaumont foi Cru Bourgeois Supérieur na classificação de 2020 e de novo na de 2025.

De relance

Denominação
Haut-Médoc
Comuna
Cussac-Fort-Médoc
Classificação
Cru Bourgeois Supérieur, 2020 e 2025
Proprietário
Grands Millésimes de France, da Suntory e da Castel, desde 1986
Direção
Rémi Lonhienne, diretor técnico; Valentin Surel, mestre de adega
Consultor
Éric Boissenot
Vinhedo
113 hectares em 1 bloco
Solo
Cascalho arenoso do Günz
Uvas
Cabernet sauvignon 59%, merlot 32%, petit verdot 9%
Cultivo
Terra Vitis, desde a safra 2004
Adega
12 a 14 meses em barricas renovadas por terços
Produção
Cerca de 600.000 garrafas
A casa
Também o Château Beychevelle e a Barrière Frères
Na história
Um château copiado de Mansart, 1854; 100 hectares em 1 bloco em 1893; 175 tonneaux em 1922

Fontes: Château Beaumont, o château · Château Beaumont, agricultura responsável e Terra Vitis · Château Beaumont · Alliance des Crus Bourgeois du Médoc, a classificação de 2025 · Alliance des Crus Bourgeois du Médoc, a classificação de 2020

O registro

O Château Beaumont é Cru Bourgeois Supérieur, na denominação Haut-Médoc.

A Classificação de 1855 foi publicada em 18 de abril de 1855, elaborada pelos corretores da praça de Bordeaux para a Exposição Universal de Paris.

Fonte: Conseil des Grands Crus Classés en 1855

Cru Classé

Somente por convite.

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