Château

Château Dillon

A propriedade-escola do liceu agrícola de Blanquefort, do Estado desde 1956, com o nome do irlandês que a comprou em 1754 e cujo vinho já foi para a América, e não para o comércio de Bordeaux.

Denominação
Haut-Médoc
Classificação
Cru Bourgeois Supérieur
No Instagram
@chateaudillon

O château

A casa se chamou primeiro Château Terrefort, pelo antigo domínio senhorial sobre o qual foi construída, provavelmente no começo do século XVII. Robert Dillon, irlandês, se fez reconhecer como súdito francês por Luís XV e 1 mês depois, em 29 de julho de 1754, a comprou por 150.000 libras, soma enorme para a época. François Seignouret, dono a partir de 13 de outubro de 1829, era negociante em Nova Orleans: criou a marca Château Dillon, mandou construir em 1840 as adegas com os seus 3 frontões tradicionais do Médoc e por muitos anos embarcou o vinho para os Estados Unidos, onde era muito apreciado, em vez de vendê-lo ao comércio de Bordeaux. Charles Cocks e Édouard Féret, cujo Bordeaux et ses vins era a obra de referência do comércio de Bordeaux, o listaram entre os crus bourgeois de Blanquefort a partir de 1868, em nome da viúva Seignouret.

A escola de agricultura, viticultura e horticultura de Blanquefort abriu em 1923 em terras que arrendava, e o Ministério da Agricultura comprou a propriedade em 1956. O Dillon é hoje o vinhedo-escola do liceu agrícola de Blanquefort, gerido pelo estabelecimento público de Bordeaux-Gironde, com Laurent Chastanet como diretor, Morgane Monhurel como mestre de adega e Sébastien Valette como chefe de vinhedo.

A propriedade tem 180 hectares, 70 deles de floresta e 33 de vinhas sobre argila e calcário: 29 de tintas, plantadas com 40% de merlot, 26% de cabernet sauvignon, 15% de cabernet franc, 11% de petit verdot, 7% de malbec e 1% de carmenère, e 4 de brancas, à frente o sauvignon blanc e o sémillon, com novas castas resistentes. Tem a Haute Valeur Environnementale (Alto Valor Ambiental, a certificação ambiental do Estado francês para as propriedades agrícolas) no nível 3 e a qualificação AREA. O grand vin (o primeiro vinho da propriedade) envelhece 1 ano em barricas de carvalho, 30% delas novas em 2021; o Nuance de Dillon é um segundo Haut-Médoc e o Laubarède, um Bordeaux. O Château Dillon foi Cru Bourgeois Supérieur na classificação de 2020 e de novo na de 2025.

De relance

Denominação
Haut-Médoc
Comuna
Blanquefort
Classificação
Cru Bourgeois Supérieur, 2020 e 2025
Proprietário
O Estado, desde 1956; o liceu agrícola de Blanquefort
Direção
Laurent Chastanet, diretor; Morgane Monhurel, mestre de adega; Sébastien Valette, chefe de vinhedo
Vinhedo
33 hectares, 29 de tintas e 4 de brancas, numa propriedade de 180
Solo
Argila e calcário
Uvas
Tintas: merlot 40%, cabernet sauvignon 26%, cabernet franc 15%, petit verdot 11%, malbec 7%, carmenère 1%
Cultivo
Haute Valeur Environnementale, nível 3; AREA
Adega
1 ano em barricas de carvalho
Vinhos
Château Dillon; Nuance de Dillon; Laubarède, Bordeaux
Na história
Comprado por Robert Dillon por 150.000 libras em 1754; o vinho embarcado por muito tempo para os Estados Unidos
Não confundir com
O Domaine Clarence Dillon, dono do Haut-Brion

Fontes: Château Dillon · Château Dillon, a história · Château Dillon, o vinhedo · Château Dillon, a equipe · Château Dillon, os vinhos tintos · Alliance des Crus Bourgeois du Médoc, Château Dillon · Alliance des Crus Bourgeois du Médoc, a classificação de 2025 · Alliance des Crus Bourgeois du Médoc, a classificação de 2020

O registro

O Château Dillon é Cru Bourgeois Supérieur, na denominação Haut-Médoc.

A Classificação de 1855 foi publicada em 18 de abril de 1855, elaborada pelos corretores da praça de Bordeaux para a Exposição Universal de Paris.

Fonte: Conseil des Grands Crus Classés en 1855

Cru Classé

Somente por convite.

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