Château

Château Marsac Séguineau

Um pequeno Margaux no planalto de Marsac, em Soussans, fundado por um negociante de Bordeaux em 1770, rebatizado em 1886 e conduzido com o Château La Tour de Mons desde 2001.

Denominação
Margaux

O château

Pierre Séguineau, negociante de Bordeaux, comprou a terra em 1770 e construiu a casa. Em 1804 Catherine Désirée Séguineau a herdou e se casou com Jean-Baptiste Paul Joseph Deyries, e a propriedade virou Séguineau-Deyries, nome que o comércio passou a valorizar. William Franck, cujo Traité sur les vins du Médoc saiu pela primeira vez em 1824, traz o Séguineau, de Deyrie, entre os vinhos de Margaux naquele ano, e Armand d’Armailhacq, produtor de Pauillac, lhe dá 8 hectares e 16 tonneaux (a antiga medida bordalesa de uma colheita, 900 litros, ou 4 barricas) entre os bourgeois supérieurs no seu La culture des vignes de 1855. Seguiram-se anos de abandono. Marie Blanche e Léon Marie de Robien o compraram em 1886, o rebatizaram de Marsac-Séguineau, restauraram a propriedade e acrescentaram vinhas de 1 dos melhores crus classificados de Margaux; o visconde de Couessan era o dono em 1898. Mme Vast o comprou no início de 1903 e o manteve em cerca de 40 tonneaux, e em 1922 Charles Cocks e Édouard Féret, cujo Bordeaux et ses vins era a obra de referência do comércio de Bordeaux, contavam o seu vinho, macio, fino e perfumado, entre os melhores da comuna.

Desde 2001 o Marsac Séguineau é conduzido junto com o vizinho, o Château La Tour de Mons, que o Crédit Agricole Grands Crus vendeu à família Perrodo em 2020; Marjolaine Maurice de Coninck, diretora-geral e enóloga, comanda a equipe, com Claude Gros como consultor. Os 10 hectares ficam no coração do planalto de Marsac, sobre cascalho do Garonne e argila e calcário. As vinhas têm 32 anos em média e são plantadas a 10.000 pés por hectare, podadas em guyot duplo, com desbaste, desfolha e colheita em verde, e a propriedade tem Haute Valeur Environnementale (Alto Valor Ambiental, a certificação ambiental do Estado francês para as propriedades agrícolas) desde a safra 2015. As uvas fermentam devagar, a baixa temperatura, em cubas de aço com controle de temperatura, e o vinho envelhece 12 meses em barricas de carvalho francês, 25% novas.

De relance

Denominação
Margaux
Comuna
Soussans
Classificação
Sem classificação
Conduzido com
Château La Tour de Mons, desde 2001; da família Perrodo desde 2020
Direção
Marjolaine Maurice de Coninck
Consultor
Claude Gros
Vinhedo
10 hectares; 10.000 pés por hectare, vinhas de 32 anos em média
Solo
Cascalho do Garonne; argila e calcário
Cultivo
Haute Valeur Environnementale desde a safra 2015
Adega
Cubas de aço; 12 meses em carvalho francês, 25% novo
Vinhos
Château Marsac Séguineau
Na história
Séguineau-Deyries desde 1824; os Robien a partir de 1886; Mme Vast a partir de 1903

Fontes: Château La Tour de Mons, nossos vinhos · Château La Tour de Mons, Marsac Séguineau technical sheet · Château La Tour de Mons, a propriedade e a equipe · Domaines P., Château La Tour de Mons · Inventaire général du patrimoine culturel, Nouvelle-Aquitaine, Château Marsac-Séguineau

O registro

O Château Marsac Séguineau está na denominação Margaux.

A Classificação de 1855 foi publicada em 18 de abril de 1855, elaborada pelos corretores da praça de Bordeaux para a Exposição Universal de Paris.

Fonte: Conseil des Grands Crus Classés en 1855

Cru Classé

Somente por convite.

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