Château

Château La Tour de Mons

58 hectares em 1 bloco cercado de bosques em Soussans, numa senhoria criada em 1098, da família Montesquieu no século XVIII e da família Perrodo desde 2020.

Denominação
Margaux

O château

La Tour de Mons começa com uma senhoria. Em 1098 Guilherme IX, o Trovador, duque da Aquitânia, criou a senhoria de Soussans; os senhores de Blanquefort construíram o solar fortificado no século XIII, e as ruínas de um castelo, de uma capela e de um oratório ainda estão de pé na propriedade. Em 1623 Pierre de Mons se casou com Anne de Bordes, filha única do barão de Soussans, ficou com a propriedade e lhe deu o nome. Em 1740 foi como dote para J.-B. de Secondat de Montesquieu e voltou ao marquês de Mons-des-Dunes em 1805.

Em meados do século XIX já era um cru de peso. William Franck, cujo Traité sur les vins du Médoc saiu pela primeira vez em 1824, traz o Latour-de-Mons em 1845, dos herdeiros da marquesa de Mons, com 80 a 100 tonneaux (a antiga medida bordalesa de uma colheita, 900 litros, ou 4 barricas), e Armand d’Armailhacq, produtor de Pauillac, o põe entre os bourgeois supérieurs no seu La culture des vignes de 1855, quando a propriedade era de M. de Lajeard, com 45 hectares e 80 tonneaux. Em 1886, com o barão H. de Vassal, Charles Cocks e Édouard Féret, cujo Bordeaux et ses vins era a obra de referência do comércio de Bordeaux, descrevem um domínio de 200 hectares, 30 deles de vinhas, e um rebanho de vacas leiteiras bordelesas que tinha ganhado o prêmio Godard em 1884. Pierre-J. Dubos era o dono em 1922.

O Crédit Agricole Grands Crus vendeu La Tour de Mons em 2020 à família Perrodo, dona dos vizinhos Château Labégorce e Château Marquis d’Alesme Becker, cujos Domaines P. têm Haute Valeur Environnementale (Alto Valor Ambiental, a certificação ambiental do Estado francês para as propriedades agrícolas) em todas as propriedades a partir de 2020. Marjolaine Maurice de Coninck é diretora-geral e enóloga. Os 58 hectares ficam num só bloco no norte da denominação Margaux, cercados de bosques, sobre cascalho do Garonne e argila e calcário; são sobretudo de merlot, com cabernet sauvignon, petit verdot e cabernet franc, plantados a 8.500 pés por hectare e podados em guyot duplo. As uvas são colhidas à mão, selecionadas na adega e fermentadas devagar, a baixa temperatura, em cubas de aço, por origem, e o vinho envelhece 12 meses em barricas de carvalho francês. O Marquis de Mons é o segundo vinho, e desde 2001 o Château Marsac Séguineau, também um Margaux, é conduzido junto com La Tour de Mons. O próprio La Tour de Mons foi Cru Bourgeois Supérieur na classificação de 2020 e não está na de 2025.

De relance

Denominação
Margaux
Comuna
Soussans
Classificação
Cru Bourgeois Supérieur em 2020; fora da lista de 2025
Proprietários
A família Perrodo, Domaines P., desde 2020
Direção
Marjolaine Maurice de Coninck, diretora-geral e enóloga
Vinhedo
58 hectares em 1 bloco; 8.500 pés por hectare
Solo
Cascalho do Garonne; argila e calcário
Uvas
Sobretudo merlot, com cabernet sauvignon, petit verdot e cabernet franc
Cultivo
Haute Valeur Environnementale, a partir de 2020
Adega
Colheita à mão; cubas de aço; 12 meses em barricas de carvalho francês
Vinhos
Château La Tour de Mons; Marquis de Mons
A casa
Também o Château Labégorce e o Château Marquis d’Alesme Becker; o Château Marsac Séguineau conduzido junto desde 2001
Na história
Bourgeois supérieur de 45 hectares em 1855

Fontes: Château La Tour de Mons, a propriedade · Château La Tour de Mons, nossos vinhos · Château La Tour de Mons, ficha técnica · Domaines P., Château La Tour de Mons · Domaines P., about · Alliance des Crus Bourgeois du Médoc, a classificação de 2020 · Alliance des Crus Bourgeois du Médoc, a classificação de 2025

O registro

O Château La Tour de Mons está na denominação Margaux.

A Classificação de 1855 foi publicada em 18 de abril de 1855, elaborada pelos corretores da praça de Bordeaux para a Exposição Universal de Paris.

Fonte: Conseil des Grands Crus Classés en 1855

Cru Classé

Somente por convite.

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