Château

Château Grand-Puy-Lacoste

Um quinto cru de Pauillac que leva o nome da sua colina e do homem que a possuía, da família Borie desde 1978, plantado com 1 pé por metro quadrado em 64 hectares.

Denominação
Pauillac
No Instagram
@grandpuylacoste

O château

O nome é um lugar e um homem: Grand-Puy é a elevação, Lacoste era o proprietário. William Franck, cujo Traité sur les vins du Médoc saiu pela primeira vez em 1824, dá o prenome dele nas tabelas de Pauillac das edições de 1845 e 1853, François Lacoste em Grand-Puy, com 70 a 80 tonneaux (a antiga medida bordalesa de uma colheita, 900 litros, ou 4 barricas), e a edição de 1853 acrescenta que a propriedade se chamava antes Saint-Guirons. A primeira construção do domínio é de 1737, e o château ganhou a forma atual com Pierre-Frédéric Lacoste em 1855, o ano da classificação, quando a propriedade tinha 52 hectares de vinha.

A reputação moderna é obra de 2 homens. Raymond Dupin comprou o Grand-Puy-Lacoste em 1932 e construiu a reputação da propriedade nos anos 1940, 1950 e 1960. François-Xavier Borie assumiu no verão de 1978, de início sob o pai, Jean-Eugène, e Dupin morreu em 1980 sabendo que o château voltara a ser habitado. As cubas de inox chegaram para a safra 1981, e o Lacoste-Borie foi criado em 1982 como segundo vinho, para as vinhas jovens. François-Xavier e Marie-Hélène Borie são os donos da propriedade com os filhos, e Emeline e Pierre-Antoine Borie são os diretores-gerais.

A propriedade tem 90 hectares de terra, 64 deles plantados a 10.000 pés por hectare, ou seja, 1 pé por metro quadrado, com vinhas de 38 anos em média: 75% de cabernet sauvignon, 20% de merlot e 5% de cabernet franc. São cerca de 140.000 garrafas por ano, envelhecidas de 16 a 18 meses em carvalho, 75% novo. Christel Spinner é diretora de pesquisa e desenvolvimento e enóloga, Benoît Estassy é o mestre de adega e Antonio Flores cuida do vinhedo, com Éric Boissenot como consultor.

De relance

Denominação
Pauillac
Classificação
Cinquième Cru Classé 1855; Guia MICHELIN, 1 uva (2026)
Proprietários
François-Xavier e Marie-Hélène Borie e os filhos, desde 1978; Emeline e Pierre-Antoine Borie, diretores-gerais
Direção
Benoît Estassy, mestre de adega; Antonio Flores, vinhedo
Consultor
Éric Boissenot
Enólogo
Christel Spinner, também diretora de pesquisa e desenvolvimento
Vinhedo
90 hectares de terra, 64 plantados; 10.000 pés por hectare; vinhas de 38 anos em média
Uvas
Cabernet sauvignon 75%, merlot 20%, cabernet franc 5%
Adega
Cubas de inox desde 1981; 16 a 18 meses em carvalho, 75% novo
Produção
Cerca de 140.000 garrafas por ano
Vinhos
Château Grand-Puy-Lacoste; Lacoste-Borie, desde 1982
Na história
François Lacoste em Grand-Puy, 70 a 80 tonneaux, em 1845 e 1853; antes Saint-Guirons; 52 hectares de vinha em 1855

Fontes: Château Grand-Puy-Lacoste, o château · Union des Grands Crus de Bordeaux, Grand-Puy-Lacoste · CIVB, as classificações de 1855 · Decanter, uma questão de classe: Grand-Puy-Lacoste

O registro

O Château Grand-Puy-Lacoste é Cinquième Cru Classé da Classificação de 1855, na denominação Pauillac.

A Classificação de 1855 foi publicada em 18 de abril de 1855, elaborada pelos corretores da praça de Bordeaux para a Exposição Universal de Paris.

Na primeira seleção de Bordeaux do Guia MICHELIN, anunciada em 8 de setembro de 2026, recebeu 1 uva, o símbolo do guia, de 3 possíveis, 1 dos 37 châteaux nesse patamar.

Fontes: Conseil des Grands Crus Classés en 1855 · Guia MICHELIN, seleção de Bordeaux

Cru Classé

Somente por convite.

Nas notícias

1

  1. 17 de abr. de 2026

    Degustações da safra 2025 de Bordeaux: referências de Pauillac

    A Wine Spectator degustou referências de Pauillac, Château Pichon Baron, Château Lynch Bages e Grand-Puy-Lacoste, da safra de 2025, classificando a safra do Médoc como de qualidade excepcional e pequena quantidade.

    Fonte: Wine Spectator MédocPauillac A SafraCríticos e Notas

Daqui em diante

Teste o seu Pauillac · Encontrou um erro? Correções