Château
Château Mazeyres
25,57 hectares nos terraços oeste e sul de Pomerol, onde o cabernet sauvignon já foi a uva principal, em biodinâmica desde 2018 e da família Guillard desde 2020.
- Denominação
- Pomerol
O château
Há registro de vinhas em Mazeyres desde o século XIV, em terraços a oeste e ao sul da denominação Pomerol, entre Libourne e Pomerol. Charles Cocks e Édouard Féret, cujo Bordeaux et ses vins era a obra de referência do comércio de Bordeaux, o punham em Libourne, entre os vinhos das areias. O barão Edgard de Susbielle o comprou em 1870 e plantou muito, e em 1886 era um domínio de 15 hectares, 11 deles de vinha, onde partes do vinhedo tinham adotado a condução e a poda do Médoc e o cabernet sauvignon predominava: um Pomerol tocado em parte à moda do Médoc.
A família Querre comprou o solar de estilo Diretório no começo do século XX; em 1922 Th. Querre tinha 16 hectares, 11 de vinha. Em 1988 a família vendeu a propriedade inteira à Caisse de Retraite de la Société Générale, que a passou em 2010 à Sogecap, a seguradora de vida do banco. Nesses anos de dono corporativo, 1 homem deu continuidade à casa: Alain Moueix, engenheiro agrônomo e enólogo, assumiu a condução do Mazeyres em 1992 e o dirigiu por 29 anos, até 2021, e ainda o assessora. Em 2020 a família Guillard, que tinha comprado o Château Fonroque, em Saint-Émilion, em 2017, comprou o Mazeyres. Thomas Cézac é o mestre de adega desde 2020, e Jean-Michel Bernard cuida do vinhedo desde 1999.
O terreno muda em 3 zonas: cascalho fino argiloso a oeste; areia argilosa sobre argila preta, branca ou mosqueada ao sul; e argila arenosa com cascalho, mais rica em argila, a leste, com crosta de ferro. Os 25,57 hectares têm 73,1% de merlot, 24,3% de cabernet franc e 2,6% de petit verdot, de 30 anos em média, e a propriedade tem certificação orgânica desde 2015 e biodinâmica desde 2018, como membro da Biodyvin. As uvas são colhidas à mão em caixas e fermentam em cubas de concreto ou de aço com temperatura controlada; o vinho envelhece 30% em barricas novas, 50% em barricas de 1 vinho ou mais e 20% em ovos de concreto de 7 hectolitros. O rendimento médio é de 38 hectolitros por hectare, para 50.000 a 70.000 garrafas, e o segundo vinho é Le Seuil de Mazeyres.
De relance
- Denominação
- Pomerol
- Comuna
- Pomerol, os terraços oeste e sul, avançando sobre Libourne
- Classificação
- Sem classificação
- Proprietários
- A família Guillard, desde 2020
- Direção
- Thomas Cézac, mestre de adega, desde 2020; Jean-Michel Bernard, o vinhedo, desde 1999
- Consultor
- Alain Moueix, desde 2021; diretor de 1992 a 2021
- Vinhedo
- 25,57 hectares; vinhas de 30 anos em média; 38 hectolitros por hectare
- Solo
- Cascalho argiloso a oeste, areia argilosa ao sul, argila com cascalho a leste, com crosta de ferro
- Uvas
- Merlot 73,1%, cabernet franc 24,3%, petit verdot 2,6%
- Cultivo
- Orgânico desde 2015; biodinâmico desde 2018; Biodyvin
- Adega
- Colhido à mão; cubas de concreto ou de aço; 30% barricas novas, 50% barricas usadas, 20% ovos de concreto
- Produção
- 50.000 a 70.000 garrafas
- Vinhos
- Château Mazeyres; Le Seuil de Mazeyres
- A casa
- Também o Château Fonroque, Saint-Émilion
- Na história
- Plantado pelo barão de Susbielle a partir de 1870; 15 hectares, 11 de vinha, com predomínio do cabernet sauvignon, em 1886
Fontes: Château Mazeyres, a história · Château Mazeyres, o terroir · Château Mazeyres, a equipe · Château Mazeyres, os vinhos · Château Mazeyres, ficha técnica
O registro
O Château Mazeyres está na denominação Pomerol.
Pomerol nunca foi classificada. Não existe cru classé de Pomerol, e nenhuma categoria impressa num rótulo de Pomerol tem valor oficial.
Fonte: INAO, Pomerol
Cru Classé
Somente por convite.
Nas notícias
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Châteaux Fonroque e Mazeyres: uma nova organização para a família Guillard
A família Guillard anunciou uma nova organização para Château Fonroque, Saint-Émilion Grand Cru Classé, e Château Mazeyres, Pomerol, com o objetivo de apoiar o desenvolvimento de longo prazo. Judith Barat foi nomeada para liderar as duas propriedades, enquanto as equipes técnicas permanecem e Alain Moueix continua como consultor.
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