Château

Château de Fieuzal

Um Cru Classé de Graves pelo tinto, sobre algumas das elevações de cascalho mais altas de Léognan, cujo 1893 foi à mesa do papa Leão XIII; a família irlandesa Quinn é dona desde 2001.

Denominação
Pessac-Léognan
No Instagram
@chateaufieuzal

O château

O Fieuzal faz vinho há mais de 400 anos e tomou o nome atual em 1864, de Lovely Fieuzal, a última da família que o tinha. Charles Cocks e Édouard Féret, cujo Bordeaux et ses vins era a obra de referência do comércio de Bordeaux, o registraram pela primeira vez em 1868, junto com La Gravière, com de Griffon como dono, e davam a Alfred de Griffon 20 tonneaux (a antiga medida bordalesa de uma colheita, 900 litros, ou 4 barricas) em 1874. O 1893 foi à mesa do papa Leão XIII. Em 1908 Féret o chamava de antiga propriedade da família de La Rochefoucauld e 1 dos mais antigos e melhores crus das graves de Léognan, assentado nas elevações mais altas e mais bem expostas da comuna, com 15 hectares de vinha, 25 tonneaux de tinto e 5 de branco, e vinhos que alcançavam os preços dos segundos crus do Médoc.

5 famílias foram donas da casa, e Brenda e Lochlann Quinn, da Irlanda, a compraram em 2001; Daragh Quinn é o diretor-geral e Stephen Carrier o diretor técnico. O Fieuzal foi classificado em 1953 pelo vinho tinto, e a lista tomou a forma atual com o decreto de 16 de fevereiro de 1959; o branco, que em 1922 já chegava a 15 tonneaux, não é vinho classificado.

O vinhedo tem 75 hectares em 74 parcelas, 65 de tinto e 10 de branco, sobre o cascalho de Léognan assentado em argila arenosa, com 30 hectares de bosque e longas fileiras de sebes em volta. O tinto é 45% merlot, 40% cabernet sauvignon, 10% cabernet franc e 5% petit verdot, o branco 70% sauvignon blanc e 30% sémillon, e a colheita é feita à mão. A propriedade faz cerca de 9.500 caixas de tinto e 2.000 de branco por ano; o L’Abeille de Fieuzal, em tinto e em branco, é o segundo vinho.

De relance

Denominação
Pessac-Léognan
Comuna
Léognan
Classificação
Cru Classé de Graves pelo tinto, 1953 e 1959; Guia MICHELIN, 1 uva (2026)
Proprietários
Brenda e Lochlann Quinn, desde 2001
Direção
Daragh Quinn, diretor-geral; Stephen Carrier, diretor técnico
Vinhedo
75 hectares em 74 parcelas; 65 de tinto e 10 de branco
Solo
Cascalho sobre argila arenosa, com 30 hectares de bosque e sebes
Uvas
Tinto: merlot 45%, cabernet sauvignon 40%, cabernet franc 10%, petit verdot 5%; branco: sauvignon blanc 70%, sémillon 30%
Produção
Cerca de 9.500 caixas de tinto e 2.000 de branco por ano
Vinhos
Château de Fieuzal (tinto e branco); L’Abeille de Fieuzal (tinto e branco)
Na história
15 hectares de vinha e 25 tonneaux em 1908, aos preços dos segundos crus do Médoc

Fontes: Château de Fieuzal, o lugar · Château de Fieuzal, a visão · Château de Fieuzal, os vinhos · Syndicat Viticole de Pessac-Léognan, Château de Fieuzal · Union des Grands Crus de Bordeaux, Château de Fieuzal · Syndicat Viticole de Pessac-Léognan, os Crus Classés de Graves

O registro

O Château de Fieuzal é Cru Classé de Graves, na denominação Pessac-Léognan.

A classificação dos Graves foi aprovada em 1953 e completada em 1959. Tem uma única categoria e 2 listas, tintos e brancos, e um château pode estar classificado numa e não na outra.

Na primeira seleção de Bordeaux do Guia MICHELIN, anunciada em 8 de setembro de 2026, recebeu 1 uva, o símbolo do guia, de 3 possíveis, 1 dos 37 châteaux nesse patamar.

Fontes: Syndicat Viticole de Pessac-Léognan, the Crus Classés de Graves · Guia MICHELIN, seleção de Bordeaux

Cru Classé

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