Château
Château Léoville Poyferré
A parte do antigo Léoville que ganhou o nome de um barão em 1840, da família Cuvelier desde 1920 e hoje conduzida pela sua 5ª geração.
- Denominação
- Saint-Julien
- Classificação
- Deuxième Cru Classé 1855
- No Instagram
- @chateau_leovillepoyferre
O château
A história do Léoville começa em 1638, e durante quase todo esse tempo não havia Poyferré, só 1 Léoville. William Franck, cujo Traité sur les vins du Médoc saiu pela primeira vez em 1824, classificou esse Léoville único como segundo cru, a 2.000 a 2.100 francos o tonneau (a antiga medida bordalesa de uma colheita, 900 litros, ou 4 barricas), e a Topographie de tous les vignobles connus de André Jullien ainda fazia o mesmo em 1832. As divisões e heranças que partiram a propriedade em 3 deixaram uma parte com o barão Jean-Marie de Poyferré, que em 1840 lhe acrescentou o seu nome. Os corretores a classificaram como segundo cru em 1855.
A família Cuvelier comprou o Léoville Poyferré e o Moulin Riche dos Lawton em 1920 e os mantém desde então. Sara Lecompte Cuvelier sucedeu o primo Didier Cuvelier como diretora-geral em 2018; Isabelle Davin é a enóloga do château e Didier Thomann, o mestre de adega. O vinhedo soma 80 hectares de cascalho profundo ao longo do Gironde, com o Château Moulin Riche num bloco único de 20, vinhas de 38 anos em média e 68% de cabernet sauvignon, 24% de merlot, 6% de cabernet franc e 2% de petit verdot. Tem Haute Valeur Environnementale (Alto Valor Ambiental, a certificação ambiental do Estado francês para as propriedades agrícolas), nível 3, desde a safra 2017. O Pavillon de Léoville Poyferré é o segundo vinho; o Moulin Riche, criado em 1885 num terraço de cascalho mais antigo, é um vinho à parte.
O estilo é polido e conduzido pelo cabernet, e uma safra fria o mostra bem. O 2021, que provei em outubro de 2025, saiu de uma safra dura, de geada e míldio, e fez dela algo clássico: frescor, taninos finos, fruta precisa e verdadeira elegância.
De relance
- Denominação
- Saint-Julien
- Classificação
- Deuxième Cru Classé 1855
- Proprietários
- A família Cuvelier, desde 1920
- Direção
- Sara Lecompte Cuvelier, diretora-geral, desde 2018; Didier Thomann, mestre de adega
- Enólogo
- Isabelle Davin
- Vinhedo
- 80 hectares, com o Château Moulin Riche num bloco único de 20; vinhas de 38 anos em média
- Solo
- Cascalho profundo ao longo do Gironde
- Uvas
- Cabernet sauvignon 68%, merlot 24%, cabernet franc 6%, petit verdot 2%
- Cultivo
- Haute Valeur Environnementale, nível 3, desde a safra 2017
- Vinhos
- Château Léoville Poyferré; Pavillon de Léoville Poyferré; Château Moulin Riche, um vinho à parte
Fontes: Château Léoville Poyferré, a propriedade · Château Léoville Poyferré, os vinhos · Union des Grands Crus de Bordeaux, Léoville Poyferré · CIVB, as classificações de 1855 · Decanter, os 3 Léoville · Guto Assumpção no Instagram, Château Léoville Poyferré 2021, 19 de outubro de 2025
O registro
O Château Léoville Poyferré é Deuxième Cru Classé da Classificação de 1855, na denominação Saint-Julien.
A Classificação de 1855 foi publicada em 18 de abril de 1855, elaborada pelos corretores da praça de Bordeaux para a Exposição Universal de Paris.
Cru Classé
Somente por convite.
Também aparece em
Degustações
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Nas notícias
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Propriedades de Bordeaux como Château Léoville Poyferré, Cos d’Estournel e Château Valandraud produzem vinhos kosher que preservam o caráter de seu terroir, segundo o The Jerusalem Post. A cuvée kosher de Château Léoville Poyferré incluía a safra de 2005.
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