Château
Château de La Dauphine
Um Fronsac batizado em homenagem a uma Delfina da França e que já foi do duque de Richelieu, em cultivo orgânico e biodinâmico e em expansão com a família Labrune desde 2015.
- Denominação
- Fronsac
- No Instagram
- @chateaudeladauphine
O château
O nome lembra uma estada de Maria Josefa da Saxônia, Delfina da França e mãe de Luís XVI, e o domínio já pertenceu ao duque de Richelieu, senhor de Fronsac. Charles Cocks, cujo Bordeaux, ses environs et ses vins, de 1850, deu origem ao guia depois conhecido como Cocks e Féret, inclui La Dauphine entre as côtes de Fronsac em nome de Gaspard, com 55 tonneaux (a antiga medida bordalesa de uma colheita, 900 litros, ou 4 barricas); Joseph Chaperon a teve a partir de 1868 e Edmond Morange a partir de 1893. Édouard Féret, o editor de Bordeaux, lhe dedicou uma nota no seu Les vins de l’arrondissement de Libourne de 1897: 1 dos mais belos lugares da região, com um vinhedo na encosta, em argila arenosa, que dava vinhos de grande finesse e muita seiva. Em 1922 Georges de Brem era o dono, com 70 tonneaux e La Grave anexada; a família de Brem teve o château no século XVIII, e ele passou de mãe para filha por mais de 200 anos.
Desde 2015 La Dauphine pertence à família de Jean-Claude Labrune, fundador da Cegedim, empresa de tecnologia e serviços, que a ampliou: o vinhedo Haut Ballet em 2016, o Château Vrai Canon Bouché, 13 hectares de Canon-Fronsac, em 2021, e em 2023 o controle do Château Canon Pécresse, 4,1 hectares, em parceria com a família Pécresse. As vinhas ficam em argila e calcário, na molassa de Fronsac e em calcário com estrelas-do-mar fósseis, e todo o vinhedo é cultivado em orgânico e biodinâmico, com 80% de merlot e 20% de cabernet franc. As uvas passam por seleção à máquina e à mão e descem por gravidade numa sala de cubas circular; o vinho envelhece depois 1 ano em barricas de 225 litros, foudres de 20 hectolitros e ânforas de barro e de grés. Julien Schaus é o enólogo, e há também um Delphis de La Dauphine, branco e rosé.
De relance
- Denominação
- Fronsac
- Comuna
- Fronsac
- Classificação
- Sem classificação
- Proprietários
- A família Labrune, desde 2015
- Enólogo
- Julien Schaus
- Solo
- Argila e calcário, molassa de Fronsac, calcário com estrelas-do-mar fósseis
- Uvas
- Merlot 80%, cabernet franc 20%
- Cultivo
- Orgânico e biodinâmico, em todo o vinhedo
- Adega
- Gravidade; sala de cubas circular; 1 ano em barricas de 225 litros, foudres de 20 hectolitros e ânforas
- Vinhos
- Château de La Dauphine; Delphis de La Dauphine, branco e rosé
- A casa
- Também o Château Vrai Canon Bouché e o Château Canon Pécresse, Canon-Fronsac
- Na história
- Já foi do duque de Richelieu; 55 tonneaux em 1850, 70 em 1922
Fontes: Château de La Dauphine · Château de La Dauphine, a história do château · Château de La Dauphine, a adega · Château de La Dauphine, a propriedade cresce · Château de La Dauphine, Canon Pécresse · Vins de Fronsac, Château de La Dauphine
O registro
O Château de La Dauphine está na denominação Fronsac.
Cru Classé
Somente por convite.
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