Montagne-Saint-Émilion
Só tinto da comuna de Montagne, ao norte de Saint-Émilion, em encostas de argila e calcário sobre calcário de astérias: 1 dos 4 satélites que levam o nome, e fora do alcance da sua classificação.
O lugar
A denominação é a comuna de Montagne, na Gironde, e nenhuma outra; 23 comunas vizinhas formam a área de proximidade imediata, onde o vinho pode ser elaborado e envelhecido, mas não cultivado. O terreno é de 3 tipos: encostas de argila e calcário sobre calcário de astérias, solos areno-siltosos e areno-argilosos, e os terraços de cascalho arenoso do Isle. Montagne, Saint-Georges e Parsac foram todas erguidas sobre o planalto calcário, e Parsac acabou incorporada à comuna de Montagne. O vinhedo cobre 1.793 hectares e faz em média 80.000 hectolitros por ano, em propriedades de cerca de 7 hectares.
As regras
Só tinto. Cabernet franc, cabernet sauvignon, malbec e merlot são as castas principais e juntas precisam somar ao menos 70% do corte; carmenère e petit verdot são acessórias, até 10%. No mínimo 5.500 pés por hectare, fileiras de no máximo 2 metros, pés a não menos de 1 metro na fileira, ou 0,80 pelas regras da poda curta. 53 hectolitros por hectare com teto de 65, e 11% de álcool natural. O vinho é envelhecido até 15 de março e vendido a partir de 31 de março do ano seguinte à colheita. O cahier des charges (o regulamento oficial da denominação), o regulamento oficial da denominação, foi alterado pela última vez em 10 de abril de 2019.
Os nomes
O Montagne-Saint-Émilion é 1 das 4 denominações satélites com direito a pôr Saint-Émilion depois do próprio nome, ao lado de Lussac-Saint-Émilion, Puisseguin-Saint-Émilion e Saint-Georges-Saint-Émilion. O que o nome não carrega é a classificação: os Premiers Grands Crus Classés e os Grands Crus Classés pertencem à denominação Saint-Émilion Grand Cru e só a ela, e nenhum cru de um satélite jamais esteve naquela lista. A denominação data do decreto de 14 de novembro de 1936, o mesmo dia em que a denominação Bordeaux foi reconhecida.
- Cor
- Tinto
- Comunas
- Montagne, e nenhuma outra; outras 23 formam a área de proximidade imediata
- Vinhedo
- 1.793 hectares, 80.000 hectolitros por ano, propriedades de cerca de 7 hectares
- Solo
- Encostas de argila e calcário sobre calcário de astérias; solos areno-siltosos e areno-argilosos; os terraços de cascalho arenoso do Isle
- Uvas
- Cabernet franc, cabernet sauvignon, malbec, merlot, ao menos 70% juntas; carmenère e petit verdot até 10%
- Densidade
- 5.500 pés por hectare no mínimo
- Rendimento
- 53 hectolitros por hectare, teto de 65
- Álcool
- 11% natural no mínimo
- Venda
- A partir de 31 de março do ano seguinte à colheita
- Classificados
- Sem classificação
- Os satélites
- Montagne, Lussac, Puisseguin e Saint-Georges, as 4 denominações com direito a acrescentar Saint-Émilion ao nome
- AOC desde
- 14 de novembro de 1936; regulamento alterado em 10 de abril de 2019
Fontes: FGVB, cahier des charges Montagne-Saint-Émilion, arrêté du 10 avril 2019 · Conseil Interprofessionnel du Vin de Bordeaux, Montagne-Saint-Émilion
Châteaux neste site
- Château Croix Beauséjour
- Château Faizeau
- Château Maison Blanche
- Château Montaiguillon
- Château Roudier
- Château Teyssier
- Vieux Château Saint-André
Também nesta denominação, ainda sem página aqui: Château Roc de Calon.
Notícias de Montagne-Saint-Émilion
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Vignobles Laydis recorrem ao financiamento coletivo
Thomas e Élodie Laydis lançaram uma campanha de financiamento coletivo na Ulule para transformar a propriedade da família, Château Roc de Calon, em um destino de enoturismo. Localizada em Montagne-Saint-Émilion, a iniciativa é apresentada como uma estratégia de diversificação diante da crise do setor vitivinícola.