Négociant

Borie-Manoux

bô-RI ma-NU
Como ler

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A casa comercial que Eugène Borie fundou em 1870 conta dois quintos crus de Pauillac entre as propriedades da família: o Batailley, que os irmãos Borie compraram em 1924, e o Lynch-Moussas, da família Castéja desde 1919.


A casa

Eugène Borie abriu um comércio de vinhos em 1870, e em 1886, como Eugène Borie Frères, a firma já estava instalada em Pauillac. O nome Manoux esteve cedo ao lado dos Borie. Em 21 de fevereiro de 1900 os E. Borie frères, com A. e F. Manoux, négociants (negociantes, que compram dos châteaux e revendem) em Pauillac, compraram o Château Caronne Sainte-Gemme, em Saint-Laurent. Édouard Féret, o editor bordalês que deu continuidade ao anuário do comércio começado por Charles Cocks, registrou a compra em 1901. Em 1924 os irmãos Marcel e Francis Borie compraram o Château Batailley, um quinto cru de Pauillac.

Marcel Borie ampliou as propriedades da família. Comprou o Château TrotteVieille, primeiro cru de Saint-Émilion, em 1947 e o Château Beau-Site, em Saint-Estèphe, em 1955, e comprou também o Château Haut-Bages Monpelou, em Pauillac. Émile Castéja, o genro, o sucedeu em 1961, e os Castéja trouxeram uma propriedade deles, o Château Lynch-Moussas, na família desde 1919, que Émile Castéja replantou a partir de 1970. No dia 11 de novembro de 1964 a família tinha depositado na Grã-Bretanha a marca Beau-Rivage, como Beau-Rivage Monopole Borie-Manoux, em nome de Marie-Thérèse Borie, Denyse-Françoise Castéja e Émile Castéja. Em 1973 ele acrescentou o Château du Domaine de l’Église, em Pomerol, e o Château Pignon. Nos últimos dias de outubro de 1976 Émile Castéja recebeu um grupo de apreciadores de vinho holandeses no Batailley, com uma taça de champanhe na chegada e os seus vinhos mais antigos no jantar. Ao lado da bandeira francesa, mandou hastear a holandesa no château.

Philippe Castéja assumiu todas as propriedades e a casa comercial em 2001. A casa distribui também o vinho do Château Haut-Madrac, outra propriedade da família em Pauillac. Com a irmã, Chantal Preben Hansen, ele é dono do Château La Croix du Casse, em Pomerol, desde 2005. A família também ampliou o negócio. A holding, Borie Castéja Animation Participations, ficou com a Grands Vins de Gironde em 2011, a empresa que hoje negocia como A. de Luze & Fils, e em julho de 2014 concluiu a compra do négociant Mähler-Besse. A Borie-Manoux se mudou para o quai de Bacalan, em Bordeaux, em 2017. Em setembro de 2022 a holding comprou da Millésima o Château Peyrabon e o Château La Fleur Peyrabon.

De relance

Tipo
Négociant
Sede
Bordeaux, quai de Bacalan
Fundação
1870, por Eugène Borie; em Pauillac até 1886
Proprietário
A família Castéja, pela holding Borie Castéja Animation Participations, presidente desde 17 de julho de 2018
Direção
Philippe Castéja, presidente executivo; Frédéric Castéja, diretor executivo, desde 2018
Châteaux
Batailley, 1924; TrotteVieille, 1947; Beau-Site, 1955; Haut-Bages Monpelou; Lynch-Moussas; Peyrabon e La Fleur Peyrabon, 2022
Marcas
Beau-Rivage; Chapelle de la Trinité
No registro
Caronne Sainte-Gemme, comprado pelos E. Borie frères e A. e F. Manoux em 21 de fevereiro de 1900

Fontes

Livros e estudos
Édouard Féret, Supplément à la 7e édition de Bordeaux et ses vins, 1901
Publicações próprias
Borie-Manoux, história

Revisado em 13 de outubro de 2026. Como escolho as fontes

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