Château

Château Rahoul

Um Graves de Portets batizado pelo cavaleiro que construiu sua chartreuse em 1646, de Alain Thiénot desde 1986 e conduzido pela casa bordalesa Dourthe desde 2007.

Denominação
Graves
No Instagram
@dourthe.bordeaux

O château

Em 1646 o cavaleiro Guillaume Rahoul construiu a chartreuse e lhe deu seu nome, e as vinhas vieram no século XVIII. Charles Cocks e Édouard Féret, cujo Bordeaux et ses vins era a obra de referência do comércio de Bordeaux, o encontraram em 1868 na primeira categoria de Portets, grafado Raoul, uma pequena propriedade de vinho tinto de Mme de Camiran; em 1922 pertencia a Maxime d’Anglade. A história moderna começa nos anos 1970. Só depois que David Robson o comprou o Rahoul passou a ser vendido em garrafa; Len Evans, figura de proa do vinho australiano, o comprou em 1978, e depois que ele o vendeu a propriedade entrou para a Union des Grands Crus de Bordeaux em 1984, 1 dos poucos Graves em suas fileiras. Alain Thiénot o adquiriu em 1986 e o confiou à Dourthe em 2007, e em 2012 a antiga orangerie virou a adega onde os brancos fermentam em barrica.

Parcelas em Illats, Podensac e Saint-Selve se juntaram às vinhas originais da Tour du Château, em Portets, sobre cascalho arenoso e cascalho argiloso. A propriedade usa proteção racional desde 1995, trabalha o solo só mecanicamente e tem as certificações Haute Valeur Environnementale (Alto Valor Ambiental, a certificação ambiental do Estado francês para as propriedades agrícolas), nível 3, e Terra Vitis. O tinto 2025 tem 53% de merlot, 29% de cabernet sauvignon e 18% de petit verdot, e envelhece 12 meses em barrica; o branco, com 68% de sémillon e 32% de sauvignon blanc, passa de 8 a 9 meses em barrica. Pierre Estorge administra a propriedade e Frédéric Bonnaffous é o enólogo-chefe; o segundo vinho é o L’Orangerie de Rahoul.

De relance

Denominação
Graves, tinto e branco
Comuna
Portets, com parcelas em Illats, Podensac e Saint-Selve
Classificação
Sem classificação
Proprietário
Alain Thiénot, desde 1986
Operador
Dourthe, desde 2007
Direção
Pierre Estorge, administrador; Frédéric Bonnaffous, enólogo-chefe
Solo
Cascalho arenoso e cascalho argiloso
Uvas
O tinto 2025: merlot 53%, cabernet sauvignon 29%, petit verdot 18%; o branco: sémillon 68%, sauvignon blanc 32%
Cultivo
Haute Valeur Environnementale, nível 3; Terra Vitis
Adega
Tinto 12 meses em barrica; branco 8 a 9 meses em barrica, na orangerie desde 2012
Vinhos
Château Rahoul, tinto e branco; L’Orangerie de Rahoul
Na história
Raoul, primeira categoria de Portets, de Mme de Camiran em 1868; Maxime d’Anglade em 1922

Fontes: Dourthe, Château Rahoul · Dourthe, Château Rahoul, em francês · Dourthe, Château Rahoul red · Dourthe, Château Rahoul white · Dourthe, L’Orangerie de Rahoul · Syndicat des Graves, Château Rahoul

O registro

O Château Rahoul está na denominação Graves.

Cru Classé

Somente por convite.

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