Château

Château de Portets

Um castelo fortificado acima do Garonne onde Napoleão parou em 1808, restaurado depois da guerra por Jules Théron e dirigido hoje pela neta dele.

Denominação
Graves
No Instagram
chateaudeportets

O château

Portets foi senhorio muito antes de ser vinho. Guillaume de Gascq assumiu o castelo em 1587 e sua família o manteve por 2 séculos; em 1781 o último herdeiro Gascq o deixou para Valdec de Lessart, que o passou em 1785 à família Séguineau de Lognac, dona dele ao longo do século XIX. Em 31 de julho de 1808 Napoleão, de volta da Espanha, parou aqui antes de entrar em Bordeaux, e uma placa de bronze no pátio marca o dia. Tropas alemãs ocuparam o château na Segunda Guerra Mundial e o deixaram em mau estado; em 1956 Jules Théron, engenheiro agrônomo e presidente do Conselho Geral de Orã, o comprou e o restaurou com o filho. A neta dele, Marie-Hélène Yung-Théron, é hoje a proprietária e o dirige. A fachada renascentista é tombada como monumento histórico.

O vinhedo tinto é 1 parcela de 20 hectares, com 55% de merlot e 45% de cabernet sauvignon; o branco tem 60% de sémillon, 30% de sauvignon blanc e 10% de muscadelle. O solo é pesado e cascalhento, com seixos rolados, sobre um subsolo de argila e sílica. A propriedade aderiu ao sistema de gestão ambiental do conselho dos vinhos de Bordeaux em 2017 e recebeu a certificação Haute Valeur Environnementale (Alto Valor Ambiental, a certificação ambiental do Estado francês para as propriedades agrícolas) em 2024; trabalha o solo, mantém cobertura vegetal em parte do vinhedo e usa produtos de biocontrole. A colheita é sobretudo à máquina, e os tintos começam com alguns dias de maceração a frio antes da fermentação. Stéphane Grenier cuida do vinhedo e Jérôme Folin da adega, e desde a safra 2012 o enólogo consultor Antoine Médeville trabalha com o enólogo Christian Sourdès na escolha e no corte das cubas que levam o nome Château de Portets.

De relance

Denominação
Graves
Comuna
Portets
Classificação
Sem classificação
Proprietária
Marie-Hélène Yung-Théron
Direção
Stéphane Grenier, chefe do vinhedo; Jérôme Folin, mestre de adega
Consultor
Antoine Médeville, desde a safra 2012
Enólogo
Christian Sourdès
Vinhedo
Tinto: 1 parcela de 20 hectares
Solo
Cascalho pesado com seixos rolados sobre argila e sílica
Uvas
Tinto: merlot 55%, cabernet sauvignon 45%; branco: sémillon 60%, sauvignon blanc 30%, muscadelle 10%
Cultivo
Sistema de gestão ambiental desde 2017; Haute Valeur Environnementale desde 2024
Vinhos
Château de Portets, Graves tinto e branco
Na história
A família Gascq a partir de 1587; Napoleão em 31 de julho de 1808; Jules Théron a partir de 1956

Fontes: Château de Portets · Château de Portets, a história · Château de Portets, o vinhedo · Château de Portets, a adega · Château de Portets, a equipe · Syndicat Viticole des Graves, Château de Portets

O registro

O Château de Portets está na denominação Graves.

Cru Classé

Somente por convite.

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