Tanoaria de château

Château Margaux cooperage

cha-TÔ mar-GÔ cooperage
Como ler

As maiúsculas marcam a sílaba forte. Todo “r” soa como o “rr” de “carro”. Ouça o áudio: ele é a referência.

Quase um quarto das barricas do Château Margaux é feito em casa, por um tanoeiro próprio, numa tanoaria ao lado das adegas do château construído a partir de 1810.


A casa

As barricas estão nos registros mais antigos da propriedade: em 1705 a London Gazette anunciou um leilão que incluía 230 barricas de Margose. Quando o château atual foi erguido, de 1810 a 1815, as adegas, a sala de cubas e a tanoaria ficaram juntas em um lado dos prédios da propriedade. O conjunto foi inscrito como Monumento Histórico em 1946; as fachadas e os telhados do château e das dependências foram classificados em 5 de julho de 1965.

André Mentzelopoulos comprou o Château Margaux em 1977 e introduziu o amadurecimento em carvalho novo; o grand vin passa hoje cerca de 21 meses em carvalho francês novo. Quase um quarto das barricas da propriedade sai da tanoaria da casa. O tanoeiro em 2025, Jonathan, escolhe cada aduela, monta as aduelas em barrica, tosta, curva e cinta a barrica e encaixa os tampos. Algumas das ferramentas passaram de mestre a aprendiz por gerações, e 1 barrica leva cerca de 4 horas.

De relance

Tipo
Tanoaria de château
Sede
Margaux, no Château Margaux
Proprietário
A família Mentzelopoulos, desde 1977
Direção
Alexis Leven-Mentzelopoulos, diretor-executivo; Philippe Bascaules, diretor-geral até o fim de 2026; Aurélien Valance a partir de 1º de dezembro de 2026
No registro
Quase um quarto das barricas da propriedade, 2025

Fontes

Revisado em 15 de outubro de 2026. Como escolho as fontes

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